Um certo conservadorismo dos jovens da geração do milênio
Ficar com uma pessoa numa balada. Viver uma experiência homossexual. Fazer sexo oral sem inibição.
Atitudes como essas, que podem até ser vistas como transgressoras, camuflam bastante - Eles querem segurança afetiva - o que segnifica casar e ter filhos - vào atrás do sucesso profissional acima de tudo e exigem respeito e exclusividade de seus pares. Por outro lado, toleram mais as diferenças raciais e sexuais e ainda preferem o mundo real ao virtual.
Eles andam fazendo muito sexo oral, e não é só para agradar o parceiro. Gostam mesmo - tanto eles quanto elas. Apesar dessa prazerosa afinidade entre gêneros, homens e mulheres ainda encaram o sexo de maneira bem diferente. Para elas, é fundamental estar envolvida emocionalmente. Já para eles, só tesão basta. As mulheres também acham ousadia demais transar no primeiro encontro, enquantos os homens não vêem nada demais nisso.
O fato é que os jovens entre 18 e 25 anos têm como prioridade casar e ter filhos. Dá para perceber que essa geração não pensa muito no sexo como diversão. Os anos de debutantes parecem ter chegado ao fim. Até porque homens e mulheres consideram “respeito”um item imprescindivel na relação e acreditam que fidelidade é igual a exclusividade.
Um pouco de permissividade rola nas baladas, mas menos do que se imagina. Apenas 32% dos homens e 14% das mulheres admitem ficar com mais de uma pessoa na noite.
Casar e morar junto é a mesma coisa? A maioria das mulheres julga que não, enquanto que os homens ficam em cima do muro. “A unica coisa que muda é o papel assinado”"De resto, tudo igual: as responsabilidades, o respeito pelo outro”.
Alertas sobre o aumento da aids entre os jovens não parecem estar surtindo efeito desejado. É verdade que a maioria diz usar camisinha sempre. Mas o indice dos que respondem “Depende do parceiro”, ou dos que param de usar quando começam a namorar ainda é grande.
É possivel notar um avanço em relação à questão da tolerância: os Jovens se mostram mais abertos as diferenças raciais e sexuais. 71% dos homens e 69% das mulheres dizem ter amigos gays, e 61% dos homens ja namoraram ou transaram com alguém de outra raça. Só que essa abertura é relativa. Ainda existe uma percela considerável de jovens que considera “anormais”as experiências homossexuais. E, mesmo entre os que consideram normal esse tipo de comportamento, a maioria diz que não ficaria com alguém do mesmo sexo.
Entre ter uma carreira de sucesso, ficar rico ou encontrar um grande amor, os homens não têm duvidas: escolhem as duas primeiras opções. As mulheres também estão de olho nas conquistas profissionais, mas elegem o grande amor como o segundo objetivo mais importante.
O que é pior: ficar sem computador e celular por uma semana ou não ficar com ninguem durante um mês? 66% das mulheres escolheram a primeira opção. Aparentemente, ficar sem contato com o sexo oposto não é tanto sacrificio assim para elas. Mas engana-se quem acha que essa geração trocou a vida real pela virtual. Na maioria dos casos, a internet e seus acessórios funcionam apenas como utilitários, e não como fonte de prazer.
Tanto homens 91% quanto mulheres 93% preferem conhecer as pessoas ao vivo às salas de bate papo. Sexo virtual? Não fazem ou acham muito sem graça. “Sexo pela internet é masturbação, e essa geração sabe muito bem disso”. Eles querem se divertir ao vivo, dançar ao vivo, se beijar ao vivo. Eles querem mais é viver.

Olá irmão, estava fazendo um trabalho para a minha escola, e estava dependendo de algumas informações, acabei de encontrar aqui no seu poste, muito obrigado.