Nutricosméticos – as pilulas que prometem atuar no rejuvenescimento da pele

Eles são uma das mais recentes novidades da medicina, especialmente, da dermatologia. Os nutricosméticos funcionam como pequenas doses em cápsulas que podem ter diversos efeitos positivos sobre o processo de envelhecimento. São fórmulas que podem trazer uma gama de substâncias, como silício, selênio, biotina, zinco, cobre, ácidos graxos essenciais, vitaminas (A,C,E), carotenóides e flavonóides, luteína, ácido tranexâmico etc.

Alguns deles possuem também ação antioxidante, que reduz a formação de radicais livres no organismo desacelerando o processo do envelhecimento; outros também podem funcionar como estimulantes de colágeno, fotoprotetores, redutores da pigmentação (caso da luteína e o ácido tranexâmico, que podem ser usados nos pacientes com tendência ao melasma). Ainda há os agem para melhorar a hidratação, para tratar a rosácea, a acne, e até mesmo o aparecimento de cabelos brancos (caso do superóxido dismutase, enzima antioxidante extraída de uma espécie de melão).

Como todo medicamento, os nutricosméticos devem ser indicados pelo médico especialista, pois só ele pode saber qual fórmula será útil a cada paciente. A indicação é extremamente individualizada e deve ser adequado para o paciente levando em conta o seu modo de vida e hábitos cotidianos.

Rugas e flacidez
Assim como o tratamento para manchas, o combate a rugas e flacidez é um dos motivos mais frequente de procura nos consultórios. Para isso, é fundamental o estímulo à produção de colágeno, proteína que dá estrutura, firmeza e elasticidade à pele e que vamos perdendo naturalmente com o tempo. Para isso, o tratamento com nutricosméticos deve incluir vitamina C, silício, selênio, minerais, glicosaminoglicanas, entre outros potentes ingredientes. Uma das mais recentes novidades é a pílula de colágeno em peptídeos, que estimula a formação dessa proteína.

No entanto, para agir com a devida eficácia, o uso dos nutricosméticos devem, além de ter orientação do médico, seguir à risca o tempo determinado na prescrição, que pode levar 2 a 6 meses em média. É preciso saber também que nem sempre a ação das pílulas é vista a olho nu. Em alguns casos, o aumento das fibras de colágeno, por exemplo, é captado por meio de biópsia. Fazer um rodízio periódico das substancias também faz parte do tratamento, estimulando o organismo por diversas vias de atuação.

Fonte: Dra. Luciana Maluf – mundodermato.com.br

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